quarta-feira, 7 de julho de 2010

A COMUNIDADE INTERNACIONAL NAO CONSEGUE VE OQUE SE PASSA

   
Desde o início da 2ª Intifada, em 28 de setembro de 2000, o exército judeu matou 5.017 cidadãos palestinos. Outros 40.000 palestinos foram feridos por tropas judias; desse total, 4.253 eram jovens escolares, ou universitários.
   
Entre os mortos, há 795 crianças e 245 mulheres. Do total, 270 morreram em conseqüência de ataques de caças-bombardeiros F-16 ou de helicópteros Apache das forças judias em execuções extrajudiciais, ou assassinatos seletivos.
 
Desde o início da Intifada foram assassinados 344 policiais e agentes dos organismos de segurança da Autoridade Nacional Palestina.
Outros 732 palestinos morreram em conseqüência de fogo pesado disparado por tanques de guerra; 45 foram mortos por colonos judeus; 30 civis assassinados eram membros de equipes médicas e de socorro.
  
Durante longas esperas propositais em postos de controle militar na Cisjordânia e em Gaza, morreram 106 mulheres grávidas, e outros pacientes com diferentes doenças.
 
Entre as vítimas das forças armadas judias há nove jornalistas e 220 atletas de equipes esportivas.
O número de presos palestinos chega a 10.100, dentre os quais, 212 professores, 1.002 estudantes escolares e universitários, 104 mulheres e 335 crianças. Do total, mais de 1.000 necessitam assistência médica e muitos de cirurgias de urgência.
Os desempregados palestinos são 302.000 pessoas que representam 43,7 por cento da população economicamente ativa nos territórios. O índice de pobreza está em 80 por cento.
O exército judeu provocou danos materiais em 76.126 casas palestinas, das quais 4.339 foram totalmente destruídas e 71.787, parcialmente derrubadas.
 
As forças de ocupação judias demoliram 7.476 oficinas e indústrias, e outras 570 instituições palestinas foram destruídas ou danificadas.
A força aérea judia realizou 22.101 bombardeios durante a Intifada na Faixa de Gaza e na Cisjordânia, enquanto 229 ataques aéreos foram feitos contra escolas, colégios e outras instituições de ensino.
 
O exército judeu transformou 43 escolas em bases militares, e fechou onze colégios e universidades palestinas. Por ordem militar, várias outras faculdades e departamentos da universidade, também foram fechados, intermitentemente, por volta de 1.100 vezes.
 
Os colonos judeus continuam arrasando hortas e campos cultivados e envenenando poços e mananciais de água nos territórios ocupados. As forças armadas israelitas arrancaram 1.169.913 árvores frutíferas dos pomares palestinos, das quais 112.000 eram oliveiras centenárias.
 

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