Segundo a entidade liderada por Carlos Costa o Produto Interno Bruto (PIB) será de 0,2% contra uma previsão de 0,8% registada no último Boletim da Primavera. O consumo privado será negativo em 2011 (-0,9%) reflectindo as crescentes dificuldades das famílias e as medidas tomadas no Programa de Estabilidade e Crescimento.
Também os juros de longo prazo terão uma subida sustentada prevendo-se que atinjam os 5,5% no próximo ano. A actividade no sector da construção será condicionada pela queda da procura no mercado interno.
A evolução do emprego será marcada pelo crescimento limitado da atividade e da procura de trabalho no período 2010-2011. As actuais projecções contemplam uma redução do emprego de 1,1 e 0,3% em 2010 e 2011, respectivamente, antecipando-se assim um contributo negativo para o crescimento do produto.
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