O presidente francês lamentou que atualmente "há mais interesse pela pessoa que cria um escândalo do que pela pessoa que cura, que trabalha ou que constroi".
Sarkozy saiu dessa forma mais ou menos velada da agitação causada pelas declarações feitas na véspera pela ex-contadora da herdeira do império de cosméticos L'Oréal e terceira fortuna da França, Liliane Bettencourt, sobre um possível financiamento ilícito da campanha presidencial de 2007.
A ex-contadora, identificada como Claire T., disse ao site Mediapart que o o gestor da multimilionária, Patrice de Maistre, teria repassado 150.000 euros em efetivo para a campanha presidencial de Sarkozy.
Woerth, então tesoureiro da União do Movimento Popular (UMP, direita) e da campanha de Sarkozy, foi ministro de Orçamento de 2007 até março de 2010, quando assumiu a pasta do Trabalho.
Pessoas ligadas ao presidente Sarkozy e a Woerth desmentiram estas acusações.
Eric Woerth também negou terminantemente ter recebido dinheiro ilegal de Bettencourt.

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